A chegada dos SPEDs, no ano de 2007, representou a modernização da sistemática de cumprimento das obrigações acessórias e, desde o começo, provocou um pandemônio nas empresas de regime de apuração por lucro real e depois nas de presumido, que tiveram que rapidamente criar e implementar projetos para viabilizar a ECD, a EFD e a Nfe, respectivamente a Escrituração Contábil Digital, a Escrituração Fiscal Digital, e a Nota Fiscal Eletrônica.  Essa primeira corrida mudou a relação mantida com os fornecedores de Sistema de Informação e, desde então, a cada ano, uma lista de modificações é exigida na conclusão de cada período fiscal, por força de lei ou decorrente destas.

Uma das principais demandas para 2015, com início prorrogado para janeiro de 2016, é a do bloco K do SPED FISCAL, o Livro Registro de Controle de Produção e do Estoque no SPED. Essas informações são captadas nos controles e fichas técnicas de produção, nos apontamentos de produção e de perdas de processo, nas posições de estoques de semielaborados e de acabados, e nos inventários físicos realizados mensalmente.  As mesmas, depois de agrupadas,  devem ser valorizadas e alimentar a contabilidade de custos, que também passa a ser obrigatória em 2016, junto ao bloco K.

Graças à prorrogação dada pela IN 047/2014, as empresas terão até dezembro de 2015 para reinventar sua contabilidade gerencial e implementar novos e melhores sistemas de informação, capazes de atender aos exigentes requisitos do fisco. A Cognum já está pronta para ser um dos agentes de mudança nesse cenário, e atender às empresas demandantes com uma solução que integre num único sistema ERP o projeto de implantação da contabilidade de custos, o dos controles de produção e estoque, e o dos arquivos digitais demandados pelos SPEDS.

Fontes: Valor Econômico de 25/04/2014, site da Receita Federal e Centro de Informações Gerenciais da Cognum – CIG